FORA DE ALCANCE
- BESOUROS NO RAIO
- 03
- RASTREIO DOC
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Bem-vindo ao submundo de Riotopia
Este é o seu terminal de acesso aos registros que ficaram de fora de Que insetos são esses que cobrem o céu?
Contos inéditos, documentos desaparecidos, relatórios do DOC, imagens e pistas sobre uma história muito maior do que aquela que chegou às suas mãos.
Se você já tem o livro — ou garantiu seu exemplar na pré-venda —, seu acesso já está autorizado.
ATENÇÃO: esta conexão não consta nos registros oficiais da Nova República e não exige créditos da Carteira Cidadã.
Desbloqueie o conteúdo exclusivo da 1ª Tiragem
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O que você vai acessar dentro do terminal
O arquivo que o regime tentou apagar
Arquivo secreto que revela os acontecimentos proibidos da história de Riotopia e nos ajuda a entender como tudo aconteceu.
Manual de dissidência
Documento recuperado dos arquivos do regime com instruções para reconhecer a manipulação, escapar da vigilância e permanecer oculto ao sistema.
Canal protegido da resistência
Acesso ao grupo protegido no WhatsApp, onde leitores de Riotopia recebem transmissões, materiais secretos e novos arquivos liberados ao longo do tempo.
Bastidores revelados
Bastidores da criação, referências, inspirações e detalhes sobre a construção da Nova República.
Riotopia decodificada
Um mapa da obra com easter eggs, símbolos, referências e detalhes escondidos que provavelmente passaram despercebidos na primeira leitura.
Os arquivos que não entraram no livro
Capítulos extras, cenas cortadas e outros registros que expandem a história para além da última página.
Você teria coragem de olhar para cima?
Em 2053, Estado e crime organizado tornaram-se indistinguíveis. No Rio de Janeiro, o governo distribui drogas gratuitamente enquanto os livros se transformam em objetos perigosos, vendidos clandestinamente nas antigas favelas.
Pelas ruas do que um dia foi chamado de Cidade Maravilhosa, milhares de drones — conhecidos popularmente como Besouros — cobrem o céu e vigiam uma população anestesiada pelo entretenimento e pelo Auxílio-Alívio, espécie de Bolsa Família química criada para manter as pessoas dóceis, satisfeitas e de cabeça baixa.
É nesse mundo que três histórias avançam por caminhos distintos:
Um homem que começa a desconfiar da realidade.
Alguém que desperta longe da cidade e descobre uma forma de vida que julgava impossível.
Uma mulher e um menino unidos pelo acaso em meio à brutalidade das ruas.
Três fios sobre pessoas tentando enxergar e lembrar do que realmente importa quando tudo ao redor conspira para que façam exatamente o contrário.
Bem-vindo a Riotopia — uma distopia genuinamente brasileira, repleta de simbolismo, reviravoltas e referências que farão você enxergar além das superfícies.
Ainda não entrou em Riotopia?
Se você encontrou este terminal por acaso, precisa saber: a história já começou. Toque no botão abaixo para garantir seu exemplar… antes que os livros sejam proibidos de vez!
Depoimentos interceptados da resistência
“Esta noite tive sonhos distópicos. Terminei a leitura e fiquei impressionado. O texto é fluido, os diálogos funcionam muito bem e a ambientação brasileira ficou maravilhosa. Mesmo sem nunca ter pisado no Rio, consegui visualizar cada cena com naturalidade e me sentir pertencente àquele universo. O que mais me chamou a atenção foi a sensação de normalidade, quase de banalização do totalitarismo: em vez de enfatizar estruturas e mecanismos, a história se concentra nos personagens. Isso torna tudo ainda mais inquietante, porque nos faz perceber que esse futuro talvez não esteja tão distante do presente. Só peço a Deus que o autor não tenha dom de profecia.”
“Uma narrativa aparentemente simples, fluida e muito bem construída, mas de uma arquitetura simbólica, espiritual e filosófica muito rica. Fiquei especialmente impressionado com a maneira como os símbolos, a literatura, a imaginação e a amizade convergem para uma reflexão sobre resistência, humanidade e liberdade.”
“Que insetos são esses que cobrem o céu? atualiza a caverna de Platão ao transformá-la no próprio mundo em que os personagens vivem. Em diálogos afiados sobre literatura e imaginação, Paulo Maccedo constrói histórias bem escritas, fluidas e ritmadas, nas quais amizade e compaixão ajudam a atravessar as aparências de um mundo distorcido. No fim, o livro nos deixa diante de uma pergunta tão antiga quanto fundamental: existe mesmo uma distância tão grande entre aquilo que chamamos de realidade e aquilo que chamamos de imaginação?”
“Toda boa história ilumina o tempo em que foi escrita. E é isso que Maccedo faz aqui: tira da cartola uma espécie de Lima Barreto tecnocrático para mostrar um futuro que, de tão possível, às vezes parece já ter começado. ‘Imaginavam que o totalitarismo chegaria marchando; o nosso chegou sambando.’ Mais do que besouros ou baratas no céu, estas histórias revelam as teias que deixamos crescer dentro de nós, numa sociedade cada vez mais rica em matéria e pobre em espírito. Ainda assim, resta uma esperança: enquanto formos capazes de imaginar outra realidade, ainda seremos capazes de recusá-la. Afinal, ‘quem não imagina, aceita.’”
“Sem dúvidas, um dos melhores livros que eu já li. Uma distopia literária simplesmente excepcional. A cada parágrafo, uma sensação diferente, principalmente nas horas em que os personagens têm que ajudar uns aos outros e superar o medo.”
“Em um Rio de Janeiro decadente da década de 2050, marcado pela vigilância, escassez e repressão, Paulo Maccedo constrói uma história em que valores profundamente humanos são colocados à prova. Liberdade, preservação da memória e resiliência atravessam a narrativa, mas são sobretudo a lealdade e a compaixão que emergem em meio ao caos. Uma ficção que usa o futuro para falar daquilo que, mesmo nas circunstâncias mais extremas, ainda pode nos manter humanos.”
“Uma distopia que nos faz refletir sobre o tempo presente e imaginar até que ponto é realidade ou ilusão, concreto ou apenas ficção. O enredo faz com que você entre na história e em seus cenários como se fosse um dos próprios personagens. A narrativa também nos conduz, de maneira muito sutil, a questões sobre liberdade, sociedade e os limites entre proteção e controle.”
“Uma coisa que me chamou bastante atenção é que o livro tem um caráter quase profético. Você vai lendo e percebe situações que parecem muito próximas daquilo que a gente poderia viver em uma realidade futura. Outra coisa que achei muito interessante é que ele não simplesmente conta uma história: ele conduz você para dentro daquele cenário. Cria uma imagem, te remete a um lugar, faz você visualizar o que está acontecendo. E isso, para mim, foi muito interessante, porque você não fica apenas acompanhando a história… você se sente dentro dela.”
Paulo Maccedo
Paulo Maccedo é escritor, estrategista de marketing e palestrante. Autor de diversos best-sellers nas áreas de negócios e comportamento, teve suas obras publicadas e lidas em diferentes países de língua portuguesa, alcançando repetidamente o topo das listas de mais vendidos da Amazon e espaço entre os títulos de destaque das principais livrarias brasileiras.
Em Riotopia, estreia uma nova fase de sua trajetória literária e mergulha na ficção para explorar temas que atravessam toda a sua obra: liberdade, manipulação, tecnologia, imaginação e a permanente tensão entre segurança e autonomia. O resultado é uma distopia profundamente brasileira, onde o maior perigo talvez não esteja nas máquinas, mas na facilidade com que os homens se submetem a elas.